domingo, 7 de agosto de 2011

O que esperamos das pessoas, da vida, de nós mesmos...

Ao nascemos esperamos que nossa família nos ame, cuide do nosso bem estar, educação, saúde física e mental, todos nós nascemos na certeza de serem frutos do amor entre duas pessoas.
Na infância ansiamos pelo amor e atenção do nosso ciclo de convivência, ainda restrito a um pequeno e seleto grupo, família e escola.
Na adolescência lutamos para sermos aceitos pelas tribos, e transitamos entre dois grupos, infância (lutando para manter a doce inocência) e adulto ( sonhando a cada dia por nos adaptarmos a este mundo tão confuso), essa dizem ser a pior fase, mais privilegiados aqueles que possuem uma boa estrutura familiar, pois é nesta fase que vamos construir nosso caráter e a maneira de encaramos os outros indivíduos.
Na adolescência vamos vivenciar diversas situações que vão nos acompanhar por toda vida:
O primeiro amor ( seja ele correspondido ou não);
A primeira decepção;
A primeira seria briga com as pessoas que mais amamos na vida, nossos pais;
A mudança nos nossos corpos, meninas (mestruação e seios) e meninos ( pelos e masturbação);
Amizades que podem durar o resto das nossas vidas;
Amizades que parecem eternas e só duram um ano letivo;
Decadência da família (muitas famílias se desmancham nessa fase);
Aprendemos a dirigir;
Servimos o exercito;
Decidimos por nossa carreira profissional;
Decidimos nossa opção sexual;
Sofremos grandes perdas ( que se curam em curtos períodos);
Daí finalmente chegamos a fase mais esperada por 100% dos adolescentes – A FASE ADULTA.
Todos pensam que ao nos tornar adultos os problemas vão se resolver instantaneamente, é como nascer de novo, conquistamos a tão sonhada liberdade.
A liberdade, sem regras dos pais, para muitos sem regras das escolas, e para pouco sem regra alguma da sociedade.
Sem duvidas com relação a sentimentos, sexualidade, profissão, futuro... Certo?
Errado, erradíssimo quem pensou que ao nos tornamos adultos a nossa vida seria definida pelo passar de um ano, seja aos 18 anos ou 23 anos.
Todos nós continuamos a ter duvidas sobre tudo, família, profissão, amigos, amores.
Continuamos buscando nosso lugar no mundo, continuamos tendo duvidas, desde momento que acordamos até a hora de dormir.
Abaixo uma sequência de questionamentos que faço ao longo do dia, seja ele um dia típico ou atípico na minha doce-conturbada vida.

Daqui a pouco continuo, deu preguiça... rsrsrsrs



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